Obra da Anglo American é flagrada com tráfico de pessoas

Matéria veiculada em 18/09/2013
Fonte: Site PGT

As vítimas eram 100 haitianos e 60 nordestinos que trabalhavam na construção de casa para a mineradora em Minas Gerais

Imagem: O Tempo
Imagem: O Tempo

Força Tarefa do Ministério Público do Trabalho (MPT), Ministério do Trabalho e da Polícia Federal resgatou 160 trabalhadores vítimas do tráfico de pessoas e em condições degradantes em uma obra da construtora Diedro no município Conceição do Mato Dentro (MG), a 167 km de Belo Horizonte. São 100 haitianos e 60 nordestinos aliciados nos estados de Sergipe, Pernambuco e Piauí, que trabalhavam na construção de casas para os futuros empregados da Anglo American, uma das maiores mineradoras do mundo. A operação começou no dia 4 deste mês e terminou nesta quinta-feira (14).

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O que faz a ouvidoria do MPT?  

A Ouvidoria é um canal de comunicação criado para propiciar a comunicação direta entre o MPT e o cidadão, inclusive membros e servidores do próprio MPT. Ela funciona em Brasília, mas atende a demandas do país inteiro, pela internet. Em geral, as respostas são dadas em até 48 horas, após o recebimento.

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Segunda prova do 19º Concurso do MPT já tem data marcada

No dia 05 de julho será aplicada a segunda prova do 19º Concurso Público para provimento de cargos de procurador do Trabalho no MPT. Com duração de 4 horas, a prova subjetiva será realizada das 9 às 13 horas.
A secretária do concurso em Minas Gerais, procuradora do Trabalho Sônia Toledo Gonçalves, alerta que "os candidatos deverão comparecer aos locais de prova com antecedência mínima de 30 minutos do horário para início da prova, uma vez que os portões serão fechados às 8:30h."

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Campanha de combate ao trabalho infantil

O MPT está desenvolvendo ações em BH e interior de Minas

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Neste domingo, o Ministério Público do Trabalho levou a Campanha contra o Trabalho Infantil à Feira Hippie de Belo Horizonte. Com o apoio da rádio feira, foram veiculadas informações sobre o combate ao trabalho infantil, os números da exploração em Minas e no Brasil e as formas de prevenção e de combate. Visitantes da feira e artesãos expositores foram convidados a vestir a camisa contra o trabalho infantil, em um ato simbólico de repúdio à prática.

A ideia foi colocar o tema em evidência para o público da feira, que pode chegar a 50 mil pessoas nas manhãs de domingo, segundo informações dos organizadores. O artesão Carlos Eduardo Soares fez questão de ressaltar que hoje não costuma ver exploração de trabalho infantil na feira hippie de Belo Horizonte, graças a uma campanha feita por diversos órgãos, inclusive o Ministério Público do Trabalho: "Foi uma das ações do poder público mais efetivas aqui na feira."

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